ANSIEDADE – INÚTIL E DESTRUTIVA

Por seus diversos e destrutivos males tanto na alma como no corpo, estudiosos do comportamento humano afirmam ser a ansiedade o mal do século.
Estar ansioso é estar antecipadamente ocupado. Nos ocupamos com aquilo que não aconteceu e que poderá nunca acontecer. Sofremos por antecipação.
Conhecedor das inquietações humanas Jesus ressalta a inutilidade da ansiedade:

Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? Mateus 6.27

Côvado é um dos padrões de medidas dos tempos bíblicos, equivalente a meio metro. Com isso Jesus afirma que nossas intensas preocupações não são capazes de mudar o curso das coisas, ela é inútil.

A preocupação nunca clareou um dia, nunca resolveu um problema ou curou uma enfermidade. Ao invés de mudar circunstâncias e gerar soluções, a ansiedade pode agravar ainda mais a realidade conturbada, além de provocar profundos males à alma e ao corpo.

O termo bíblico para preocupação é merimnas, é um composto de duas palavras gregas, “merizo”, “divide”, e “nous”, “a mente”. A ansiedade é nociva à mente e ao corpo. Diante de tamanho desgaste da mente e das emoções, o corpo sente.

Além da ansiedade não nos permitir viver o momento e nos privando de cautela e sabedoria, ela pode causar desordem química no organismo; Dificuldade em adormecer; Problemas cardíacos; Problemas estomacais; Depressão; câncer, dentre outros problemas de saúde.

O ritmo da vida das pessoas nos tempos de Jesus era bem mais lento que os atuais, mesmo assim a ansiedade já era um mal naqueles tempos. Hoje vivemos em mundo não só mais ocupado, mas pré-ocupado.

Por tudo isso (e mais um pouco), o conselho milenar de Jesus continua atual: “NÃO ANDEIS ANSIOSOS”.

Weslei Pinha


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