PSEUDO AMOR

 

1 – O PSEUDO AMOR NÃO AMA PESSOAS, AMA HABILIDADES
Bem disse Paulo Brabo que nossa tendência mais natural é amar as pessoas pelo que são capazes de fazer. A perda das habilidades fará que nos tornemos menos atraentes e manos dignos de amor aos olhos dos outros. Assim, não amamos o ser, amamos o saber fazer!

2 – O PSEUDO AMOR NÃO AMA PESSOAS, AMA VANTAGENS
Esse amor é interesseiro. Só ama porque o amado proporciona benefícios e vantagens. Popularidade, riqueza, boa aparência, intelectualidade, influência, são virtudes que podem gerar vantagens àquele que se aproxima. Assim, não amamos o ser, amamos o ter.

3 – O PSEUDO AMOR NÃO AMA PESSOAS, AMA IGUALDADES
Esse pseudo amor tem como base igualdades, semelhanças e gostos. “Eu te amo por que você gosta do que eu gosto e não gosta do que eu não gosto. No dia que você gostar do que não gosto ou deixar de gostar daquilo que gosto, então não gostarei mais de você”. Assim, não amamos o ser, amamos preferências!

4 – O PSEUDO AMOR NÃO AMA PESSOAS, AMA CORPOS
Sabendo disso é que algumas empresas anunciavam abertamente que um dos critérios de contratação era a boa aparência. Desde sempre damos mais valor e atenção ao exterior em detrimento do interior. Tanto que muitos relacionamentos se desfazem logo que os atributos físicos se desvanecem. Assim, não amamos o ser, amamos o rótulo!

5 – O PSEUDO AMOR É PASSAGEIRO
Através de Oséias Deus criticou o instável e passageiro amor do seu povo. “…Seu amor é como a neblina da manhã, como o primeiro orvalho que logo evapora”. Semelhante ao passageiro amor dos judeus por Deus é o nosso pelos que nos rodeiam. Assim, não amamos o ser, amamos o momento!

6 – O PSEUDO AMOR É FRÁGIL
Enquanto para Paulo o verdadeiro amor “tudo suporta”, o nosso nada suporta. Ao mínimo erro ou desagrado nosso amor racha com facilidade. A explicação para tantas inimizades e relacionamentos desfeitos está na fragilidade do nosso amor. Assim, não amamos o ser, amamos ser sempre agradados!

7 – O PSEUDO AMOR É INOPERANTE
O amor inoperante é o amor sem ação, sem demonstração, sem provas. Sendo Deus amor, provou seu amor por conosco através do sacrifício de Jesus. Amor sem ação é farisaísmo. O apóstolo João nos desafia: “Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade”. I João 3.18. Assim, não amamos o ser, amamos a hipocrisia!

Jesus não estipulou critérios para o amor, Ele não disse: “ame se…” Ele simples disse: “ame!”

Weslei Pinha


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